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Economia


07/05/2010

TAM testa bioquerosene de aviação à base de óleo de pinhão

A companhia aérea TAM anunciou projeto para testar o uso de óleo de pinhão manso como ingrediente de mistura de bioquerosene de aviação. Um primeiro vôo com o combustível será realizado no segundo semestre.


O pinhão manso é uma planta que pode ser cultivada em solos pobres e é imprópria para consumo humano e animal. No caso da TAM, a empresa fez um parceria com a Associação Brasileira dos Produtores de Pinhão Manso (ABPPM), em que comprou sementes suficientes para abastecer o voo de teste, que será feito com uma aeronave A320.


A TAM comprou as sementes de produtores do Norte, Sudeste e Centro-Oeste do País. O processamento foi feito pela americana UOP, do grupo Honeywell, nos Estados Unidos, que produziu o bioquerosene a uma mistura na proporção de 50% com querosene de aviação, informou a companhia aérea.


A expectativa da TAM é que até 2050 a proporção da mistura cresça para 90% de bioquerosene. Como o pinhão manso tem um período de quatro anos de maturação, a companhia aérea espera que a cadeia do biocombustível esteja completa nos próximos 3 a 5 anos.


O investimento da TAM no projeto é de US$ 150 mil enquanto a Airbus, fornecedora dos aviões da companhia aérea brasileira, investiu US$ 70 mil.
"A TAM tem analisado, em conjunto com a ABPPM, meios de desenvolver a produção sustentável do pinhão manso em escala comercial voltada para a sua transformação em bioquerosene de aviação", afirmou a companhia aérea em comunicado.


Segundo a ABPPM, existem atualmente 60 mil hectares de terra no Brasil com plantações de pinhão manso e, diante dos recursos naturais e das condições climáticas favoráveis, grande volume de pastagens degradadas poderão ser recuperadas com essa planta.


Para atingir escala comercial, estima-se que seria necessário expandir a superfície cultivada para cerca de 1 milhão de hectares, suficiente para atender em torno de 20% do consumo nacional, informa a TAM.


A TAM afirma que estudos realizados pela Michigan Technological University em conjunto com a UOP/Honeywell "mostram que biocombustíveis de aviação produzidos a partir do pinhão manso permitem uma redução de 65% a 80% na emissão de carbono, em relação ao querosene de aviação derivado de petróleo".

 


 
 

Fonte: www. terra.com. br


 
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